Ramon Victor

1 de março de 2010
by ramonvictor
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Meu código é realmente acessível?

Assistir ao vídeo “Acessibilidade Web: Custo ou Benefício?”, publicado pelo acessodigital , nos faz questionar se realmente estamos construindo códigos acessivéis, visto que detalhes importantes, muitas vezes, passam despercebidos e acabam comprometendo o acesso de usuários deficientes.

Como dito no vídeo, por Lêda Lucia ,  “Audição não é sintética como a Visão”, ou seja,  para aqueles que apenas escutam, as coisas não são muito simples quanto para aqueles que veem.

Outro item importante, ressaltado no vídeo, é a importância do link “Ir para o conteúdo” no início de todas as páginas. O mesmo, dá autonomia ao usuário de escolher se realmente é necessário escutar toda navegação antes de iniciar a leitura do conteúdo.

Além de se preocupar com a forma que o conteúdo será lido, deve-se ter uma preocupação maior com as funcionalidades que podem comprometer o acesso daqueles  que navegam apenas pelo teclado. Não visualizar itens de submenus, é um exemplo pratico de uma das dificuldades comuns existente em grandes portais na web, como citado no documentário.

Não quero me estender muito, pois o importante mesmo é que o vídeo seja assistido. Vejam-o e façam-se este questionamento: “Meu código é realmente acessível?”.

17 de novembro de 2009
by ramonvictor
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Dicas de como customizar formulários com jquey

Esta se tornando cada vez mais comum a pratica de Designers projetar formulários com visual diferente do padrão exibido pelos browsers.  Para implementar tal inovação, os desenvolvedores vem buscado soluções de scripts que não comprometam a acessibilidade e a performance do website.
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27 de outubro de 2009
by ramonvictor
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Designers também devem entender de acessibilidade na web

A participação do Designer no processo de criação de um site tem o foco principal no desenvolvimento do layout, porém o que muitos não sabem é que ele é responsável (ou pelo menos deveria ser) por determinar interações de interface e até mesmo definir o tipo de linguagem que o site deverá ser implementado (Se deve ser usado Ajax, Flash, CSS e etc).

Para Designers estudar usabilidade é essencial, mas entender de acessibilidade acaba sendo um diferencial. Pois além de projetar algo fácil de usar o profissional estará disponibilizando seu projeto a diferentes plataformas e facilitando possíveis dificuldades do usuário.

Então quais tipos de funcionalidades, em questão de acessibilidade, o Designer poderia projetar?

Controlar o tamanho da fonte

Geralmente os Designers definem um tamanho padrão para a tipografia do site, mas aqueles que tem dificuldade na visão precisam de uma opção de aumentar esse tamanho. Pelo correto seria de total responsabilidade de quem faz o layout inserir ou não a opção de controle de tamanho, de acordo com a necessidade do projeto.

Uso de Ajax

Somente projetar a tela não vai dizer ao front-end se ele deve implementar determinado site com ajax ou não, para isso é necessário o Designer avaliar se é viável trabalhar com Ajax, sabendo que esta tecnologia tem suas vantagens e desvantagens.

Algumas limitações com questão de indexação, bem como as dificuldades em criar diferentes urls para cada página específica devem ser avaliadas na hora e optar ou não pelo uso da linguagem.

Usar flash ou não?

O uso de determinadas formas e a maneira como os elementos carregam no site são definidos pelo Designer e é a partir desta idéia que será definido se vai usar flash ou não. Desta forma o profissional precisa saber quais serão as dificuldades em relação a deficientes, indexação do google e diferentes dispositivos no caso da utilização do flash.

Esses são três das centenas de motivos para Designers incluir como uma das suas responsabilidades, durante o processo de criação, a autonomia de definir o que é mais viável para a acessibilidade do website.

Assim é necessário atentar para o fato de que o site com restrições de acessibilidade gera uma impossibilidade de alguns usuários visitá-lo e sabemos que perder acessos é a última coisa que o nosso cliente quer.